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: André Mizuta, Arthur Gonçalves, Miguel Reina e Tauã Henrique


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André,Arthur,Miguel e Tauã

[18 de junho de 2009]


Mesopotâmia e seus Deuses

A religião mesopotâmica se origina da veneração dos fenômenos naturais. Parece que, ao princípio, os sumérios imaginaram algumas dessas forças como tendo forma animal, mas posteriormente preferiram a forma humana como modo de representar os deuses. Gradualmente, os deuses se aproximaram aos seres humanos e entraram nos templos construídos em sua honra. Frequentemente essas "casas" estavam nos zigurats, imensos montículos artificiais de tijolos secados ao sol. De acordo com a épica babilônica da criação - que leva o nome das primeiras palavras, Enuma elish (Quando do alto...), os homens foram criados somente para aliviar os deuses da carga de trabalho. Este poema da criação explica o dilúvio dizendo que Enlil, deus sumério do ar, já não podia suportar o barulho da cidade onde estava erguido o seu templo. Depois de inúmeras tentativas para silenciar o povo com a praga, a seca e a infertilidade, Enlil lançou um descomunal dilúvio sobre a terra. Somente sobreviveram a família e os animais do sábio Atrahasis. A máxima autoridade do panteão era Am (sumério) ou Anú (babilônio), cujo nome significa "céu". Provavelmente os sumérios acreditavam que a vida surgiu do matrimônio entre Am (o céu) e Ki (a terra). Entretanto, no período em que a população da Mesopotâmia se concentrou nas cidades, Enlil - deus de Nuppur – era a deidade mais importante. A dependência da agricultura intensiva levou à crença que o crescimento das cidades era conseqüência de um presente de Enlil: a enxada. Como os sumérios também consideravam esta deidade como o dono daquele instrumento, o templo possuía e explorava a maior parte das terras irrigadas. O dever principal do governante temporário era, portanto, salvaguardar os interesses do deus da cidade, dado que a monarquia "descendia do céu" como meio de interpretar a vontade divina perante os homens. A relação entre os deuses e os governantes se tornam claras nas grandes cerimônias de veneração que aconteciam nas festas das estações. No Ano Novo, pôr exemplo, o monarca personificava o deus em um casamento sagrado com a suma-sacerdotisa, que representava a mãe-terra. A assembléia dos deuses - autoridade máxima do universo mesopotâmico - se reunia em um canto da antecâmara do templo de Enlil, em Nippur. Salvo pôr motivo do seu próprio julgamento, Enlil costumava executar as decisões da assembléia mediante uma tempestade. Em Enuma Elish se descreve o debate divino mais dramático que se tem registrado. Refere-se à ameaça plantada pôr Tiamat, o dragão babilônico do caos. Desesperados diante da enormidade das forças que Tiamat tinha colocado contra eles, os deuses escolheram Marduk como governante absoluto. A vitória de Marduk concedeu a liderança da Mesopotâmia à cidade de Babilônia. De forma diferente ao isolado vale do Nilo dos antigos egípcios, a experiência histórica da planície entre o Tibre e o Eufrates foi turbulenta e esteve impregnadas de mudanças bruscas. As invasões estrangeiras e os conflitos internos se somaram ao caudal irregular dos grandes rios e moldaram uma perspectiva mitológica que deu importância tanto à luta cósmica como ao ordenamento divino do universo.

Vou colocar um vídeo que foi feito por Dr. Maurizio, um dos professores de história da faculdade UNIESP, para vocês conheçerem um pouco mais sobre a Antiga civilização Mesopotâmica :
http://www.youtube.com/watch?v=FLR3bRgOh_0


por Grupo1ºEM * 6/18/2009 02:34:00 PM

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[17 de junho de 2009]


Relação entre Babilonios e Hebreus

O primeiro ponto inicial, foi a mudança de religião dos Hebreus antes de serem escravizados pelos babilonios. Antes eles tinha o politeísmo como sua referencia de religião, os babilonios escravizaram-os e mudaram sua religião para o monoteísmo, acreditando em um só Deus o YWHW
que não podia ser pronunciado pois foi criado os Dez mandamentos, e em um deles consta que ''Não tomarás em vão o nome do SENHOR, o teu Deus ''.
Boa parte que se passa na historia dos Hebreus será relatado no antigo testamento. Os hebreus conseguiram fugir do Egito antigo, foi liderado por Moisés. Foram caminhando até a Terra prometida, Moisés morreu antes de chegar, e foi concebido com as Tábuas das leis, que conheçemos como os Dez mandamentos, e foram criados atravéz das Leis de Deus.

1○ -Eu Sou o SENHOR, o teu Deus;
2○ -Não terás outros deuses além de mim;
3○ -Não tomarás em vão o nome do SENHOR, o teu Deus;
4○ -Lembra-te do dia de sábado, para santificá-lo;
5○ -Honra teu pai e tua mãe;
6○ -Não matarás;
7○ -Não adulterarás;
8○ -Não furtarás;
9○ -Não darás falso testemunho contra o teu próximo;
10○ -Não cobiçarás.


por Grupo1ºEM * 6/17/2009 08:58:00 PM

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Código de Hamurábi x Hebreus

''Comparação entre adultério no Código de Hamurábi e o adultério no código dos Hebreus, e a comparação entre o divórcio no código de Hamurábi e o divórcio entre os Hebreus.''

No texto das civilizações antigas abordavam assustos sobre a educação, a familia e a mulher.
Começei a notar semelhanças sobre o codigo de Hamurábi e o código dos Hebreus, na parte de divorcio, o de Hamurábi falava que se o homem abandonar sua mulher ou suas mulheres, ele perderá o dote consedido pelo casamento. A mulher ficará com os filhos e quando eles crescerem poderam ter posse dos bens, dividindo-se entre a mãe e os filhos. Dando o direito de ter livre e espontanêa vontade para se casar com quem quizer.

Já o povo Hebreu eram bem mais cruéis com suas mulheres e tinham o ideal e a ideia de ''mandar e ter a maior autoridade''. No código se o homem for traído e permitisse que a sua mulher continuasse viva, o rei tambem deixaria o homem com vida, só que se ocorrece o adulterio nenhum dos dois continuariam vivos.




por Grupo1ºEM * 6/17/2009 08:24:00 PM

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[12 de maio de 2009]

Deuses e Demônios no Egito Antigo





Filme: Deuses e Demônios No Egito, os deuses eram muito importântes para as pessoas, como por exemplo: se choveu e essa chuva teve algum tipo de utilidade para os egípcios eles acreditavam que foram os deuses que mandaram essa chuva, e com isso, em troca, os egípcios fazim plantações e ofereciam uma parte de sua colheita para os deuses, fazendo assim com que os deuses fiquem alegres com as pessoas e continue mandando coisas boas para eles. A mesma coisa acontece em qualquer ocasião, qualquer acontecimento bom que acontecia aos egípcios eles iam e agradavam os deuses com suas oferendas. Mas também se os egípcios não agradassem os deuses, os deuses nem sempre os maltratavam, mas também tudo tinha limite, os deuses aceitavam que devez em quando os egípcios não dassem oferendas após eles terem mandado uma coisa boa, mas isso não poderia acontecer frequentemente porque senão os deuses castigavam os egípcios, não mandando chuva, não mandando o Sol, e entre outros elementos importântes para a vivência dos egípcios. E também não poderia haver conflitos em os egípcios porque senão o Caos iria se manisfestar, fazendo com que os deuses fiquem nervosos, por isso os egípcios procuram ter a Ordem, fazendo assim com que tudo seja organizado para o próprio bem deles.


por Grupo1ºEM * 5/12/2009 04:48:00 PM

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[1 de fevereiro de 2009]


Introdução

Estou aqui para fazer a introdução do nosso grupo de estudo da matéria de História. O grupo é formado pelos alunos Miguel, André, Arthur e Tauã.
Acatando a sugestão do professor Fábio, criamos um blog com objetivo de expor o nosso trabalho de forma que vocês também participem do aprendizado deste tema.
O tema escolhido é Lendas, falaremos sobre Lendas Egípcias, Gregas, Romanas, Mitológicas, Contemporânea, entre outras.

Estaremos empenhados em realizar um bom trabalho, que possibilite uma fácil compreensão e uma melhor análise dos resultados apresentados.
Aguardem as próximas postagens.



por Grupo1ºEM * 2/01/2009 08:19:00 PM

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